Por que decidi abrir o jogo

O hábito da prestação de contas é algo que não posso recomendar o suficiente.

Esta tem sido minha experiência, que pode soar familiar para você também. Quando falamos e escutamos o que estamos dizendo, as coisas que vimos pensando geralmente ganham novas cores para nós mesmos.

  • Turbilhões de pensamentos finalmente se organizam.
  • Encontramos respostas em nosso próprio discurso.
  • Percebemos melhor a gravidade de certas coisas.
  • Percebemos que outras não são tão sérias quanto pareciam.

Estar diante de outra pessoa, vulnerável e exposto, é uma experiência poderosa. Especialmente quando essa pessoa escuta de verdade e continua nos respeitando e amando. Como diz Tiago, é uma experiência de cura.

Timothy Keller resume o assunto lindamente:

“Ser amado, mas não conhecido, é reconfortante, mas superficial. Ser conhecido e não ser amado é nosso maior medo. Mas ser totalmente conhecido e realmente amado é algo bem parecido com ser amado por Deus. É algo de que precisamos mais do que qualquer outra coisa.”

Tantos cristãos lamentam um estilo de vida com pouca percepção de Deus… E tantos outros experimentam períodos de puro desgosto quando fazem orações de confissão. Tratar com nossos pecados pode ser mais leve e, ao mesmo tempo, mais transformador?

Bem, eu acredito que onde duas pessoas mantêm o hábito de prestação de contas com amor e respeito, Deus se torna cada vez mais real e influente.

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