Vivendo no Espírito: primeira noite da viagem missionária 

Eric compartilha do que tem no coração com muita generosidade e prontidão. Embora tivéssemos acabado de nos conhecer, não demoramos para falar de coisas profundas.

Ele me contou algumas experiências estressantes que viveu recentemente e que poderiam ter abalado seu mundo interior. Mas disse que, apesar da dor, passou por tudo em paz.

“Eu tenho provado o amor de Deus e me ligado ao coração dele de uma maneira tão real, profunda, e impressionante, que simplesmente não consigo desmoronar por conta dos meus problemas.”

Foi mais ou menos isso que ele me disse. E eu perguntei o que ele fazia, na prática, para provar o amor de Deus e seu coração de modo tão real. Ele me respondeu de uma maneira linda.

“Parte do que faço é me lembrar”

Eric me disse que constantemente se lembra do que Deus já fez por ele. Das vezes em que o viu operar. Das vezes em que sentiu sua presença. Do que Ele fez na cruz. Pensando nisso diariamente, ele se mantém consciente e sensível ao amor e ao coração de Deus, de maneira que isso sai do campo da mente e se torna experiência.

“A outra parte é observar o povo de Deus”

Eric me contou que já teve o terrível hábito que todos somos tentados a ter, de observar outros cristãos tentando sondar se eles são genuínos em sua fé, se amam a Deus o suficiente.

Ele me disse que percebeu que essa é uma prática pecaminosa e desistiu dela, adotando um novo posicionamento.

Hoje ele se esforça para aproveitar ao máximo cada segundo em que tem a “honra de estar na companhia de alguém”, como ele colocou. E durante esse tempo, se concentra em pensar como Deus ama essa pessoa de modo pessoal e profundo.

Eric gasta seu tempo, enquanto conversa, imaginando como Deus amou essa pessoa diante dele antes da fundação do mundo, e esperou por séculos até vê-la finalmente na terra, expressando uma particularidade sobre seu Criador divino que apenas é revelado por meio dela neste tempo específico.

As palavras de Jesus

Esse cara incrível, nosso irmão aqui em Azusa, adotou sua própria maneira de vivenciar o que Jesus nos pediu: “Permaneçam em mim”.

Esse pedido está registrado no capítulo 15 de João, que também relata como Jesus nos ensina o que podemos fazer de prático para realmente permanecer nele.

Jesus disse que precisamos guardar suas palavras e permanecer no seu amor. Uma vez que o Eric resolveu sempre se lembrar das obras de Deus, sempre guardá-las, e uma vez que ele escolheu amar as pessoas ao seu redor de acordo com a perspectiva de Deus, era de se esperar que ele realmente vivesse no Espírito, provando Deus de uma maneira real.

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