Por que fazemos o que fazemos?

 

Por que foi que eu fiz isso?”

Todo ser humano faz essa pergunta a si próprio. Quando se é cristão, ela se torna ainda mais importante. Por que fazemos o que fazemos? Saber a resposta para isso é a chave para mudar comportamentos. E não é exatamente isso que você quer?

Você com certeza já experimentou a sensação de ter perdido o controle sobre suas escolhas. Dizemos coisas como “Fiz sem perceber”, “Não foi intencional”, ou “Foi mais forte do que eu”. Todo cristão provou a sensação de ser derrotado por algo que não podia dominar. Quando nos demos conta, era tarde demais – o pecado havia sido consumado.

Essas sensações são legítimas, mas não condizem com o que está acontecendo de verdade. Um cristão é alguém que foi totalmente liberto de toda escravidão, seja das trevas, do pecado, ou de seus desejos. Em outras palavras, independentemente da sensação de descontrole que tenhamos experimentado, é preciso encarar que um cristão só peca por escolha. A questão que surge, então, é: Como fui capaz de escolher exatamente o que não quero mais fazer?

O que estamos fazendo aqui é buscar a raiz das nossas ações. Queremos saber por que fazemos o que fazemos para, então, mudar nossas atitudes desde a raiz.

Retomando a linha de raciocínio, nossas ações não são coisas que simplesmente nos acontecem. São coisas que nós escolhemos. E o que gera essas escolhas? A resposta é a crença.

Tudo o que um ser humano faz, faz baseado numa crença ou num sistema de crença. Se você se relaciona mais profundamente com certa pessoa do que com outras, é porque acreditou que ela é confiável. Se adota certa dieta com disciplina, é porque acredita que seja saudável para seu corpo. Se compra creme dental de certa marca, é porque acreditou na propaganda dessa marca ou ao menos na credibilidade dela.

Esta é a base de todo comportamento humano. Nós cremos, então agimos. Por isso, entender qual é a crença que sustenta o hábito que você quer mudar é o princípio para a libertação prática. É claro que possuímos crenças das quais não costumamos estar plenamente conscientes. Mas mesmo essas servem de apoio para nossas tomadas de decisão, das mais importantes às mais banais e aparentemente automáticas.

Tome tempo para pensar nisso. Em que você acreditou antes de responder aquela pessoa da maneira como fez? Em que você acreditou antes daquele desabafo na internet? Em que você acreditou segundos antes de pecar? Você vai perceber que algumas crenças demandam uma investigação mais minuciosa. Mas elas sempre estão ali: embasando nossas ações. A chave para a mudança do seu comportamento está em suas mãos.

 

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